Ikaro Cavalcanti e a transformação que a influência produz
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O bailarino começou a dançar ainda criança e nos contou sobre a sua trajetória, quem o inspira e seus novos passos e projetos daqui pra frente

Quando os passos da dança se confundem com o início da vida isso faz toda diferença para um bailarino e crescer em um ambiente embalado por esse amor é mesmo um privilégio e foi isso que aconteceu na vida de Ikaro Cavalcanti. “Iniciei aos seis anos por influência da minha irmã, que durante muito tempo também foi minha professora de dança popular e ginástica artística. Em meu processo de formação busquei técnicas por meio da capoeira, danças populares, dança contemporânea, ginástica, artes circenses, sapateado, entre outras. Sempre busquei me aperfeiçoar para estar convicto do que representa a dança para a sociedade e para mim como profissional. Desde cedo percebi que a dança me complementava”, declara o bailarino.

Graduando em educação física, ele também é monitor do Projeto Dançarte e faz da dança um projeto de vida. “Venho me esforçado para dedicar-me inteiramente à dança. Buscado informações sobre integra-se as formalidades iniciais para formação profissional como bailarino. A dança me possibilita expressar os meus sentimentos. Por mais clichê que a resposta seja a dança me complementa, faz parte de mim”, expõe Ikaro sobre como esse universo é importante para a sua vivência.

Muitos de nós admiramos e colocamos figuras de nossas profissões e vida como alguém para se inspirar e aprender e isso não seria diferente para o acadêmico. “Já tive a oportunidade de participar, de forma prevê, de uma companhia de dança aos 18 anos. Vivenciar a rotina e ter a oportunidade de compartilhar dança com pessoas tão experientes, foi extremamente construtivo/ transformador. Poderia citar inúmeros artistas da dança que me inspiram, mas escolho os que tive a oportunidade de aprender, como Inaê Silva, Márcio Filho e Fábio Alcântara”, confessa.

Caos

Ikaro participou do nosso Festival de Vídeos de Dança Na Ponta do PÉ, em dezembro do ano passado, com interpretação e criação de Caos, que alcançou a marca do sétimo lugar dos trabalhos mais curtidos. O projeto é o resultado da residência artística “autorretrato – Sobre tornar visível o invisível” de Lavínia Bizzoto e Alexandre Maia e da oficina “A arte do mover composição” de Gabriela Leite, ministradas dentro da Paralelo16.

Segundo o profissional da dança, Caos retrata seus sentimentos e anseios diante do período caótico que estamos vivendo. “Com a pandemia nossa realidade mudou de forma abrupta. Encontros, aulas, reuniões, tudo de forma remota. Um enclausuramento compulsório e uma busca constante por si. A dança se tornou mais presente do que já era. A pandemia nos obrigou a lidar com nossas aflições, muitas vezes de forma solitária. O período de confinamento fez com que eu passasse a me analisar tanto de forma pessoal como artística. Com o vídeo-dança eu busquei apresentar o ‘caos’ interno que passei durante o período de confinamento”.

Novos passos

Sobre sua atuação e projetos que estão por vir, ele conta sobre seus planos. “Atualmente estou responsável pela direção coreográfica do espetáculo Pieta de Almesio Nascimento e dando aulas no Studio Mouve. Estou buscando um local para retornar minhas aulas de dança, com as demandas da faculdade e também com a pandemia acabei precisando parar por um tempo”, finaliza Ikaro sobre sua carreira.

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Aline Antunes

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